O estudo, Physical Activity and Heart Rate Variability in Older Adults: The Cardiovascular Health Study, foi ontem publicado na conceituada revista Circulation da American Heart Association e liderada por uma investigadora portuguesa, professora Luisa Soares Miranda, investigadora e docente da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
O estudo sugere que a manutenção ou aumento da atividade física depois dos 65 anos de idade pode melhorar o bem-estar elétrico e reduzir o seu risco de ataque cardíaco. Numa investigação realizada durante cinco anos nos Estados Unidos a 985 idosos com 71 anos de idade no início do programa, os investigadores concluíram que as pessoas que caminhavam mais e mais rápido e eram mais fisicamente ativos tinham menos ritmos cardíacos irregulares e maior variabilidade da frequência cardíaca do que aqueles quer eram menos ativos.
Segundo o estudo, a variabilidade da frequência cardíaca é a diferença no tempo entre um batimento cardíaco e a outra durante a vida quotidiana. A principal autora do estudo, a professora Luísa Soares Miranda, refere que essas pequenas diferenças são influenciados pela saúde do coração e do sistema nervoso que regula o coração. Mudanças prematuras neste sistema são acompanhadas por alterações na variabilidade da frequência cardíaca e essas modificações podem prever-se o risco de futuros ataques cardíacos e morte.
O estudo revelou que as pessoas com maior prática de exercício físico realizada apresentam melhor variabilidade da frequência cardíaco. Os pesquisadores calcularam que a diferença entre os níveis mais altos e mais baixos de atividade física se traduziria, em estimativa, 11% menor risco de ataque cardíaco ou morte súbita.
Pode consultar o estudo completo aqui: http://goo.gl/8G12TY.
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